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mtDNA · Materno linaje

A1A

mtDNA Haplogroup A1A

Um perfil de referência de um ramo de linhagem. Compartilhar haplogrupos não demonstra uma relação familiar ou uma identidade cultural.

Perfil de Referência

Contexto do ramo

Contexto histórico de la rama de linaje mtDNA A1A

Origins and Evolution

mtDNA haplogroup A1A is a downstream branch of haplogroup A1, itself a lineage derived from the broader mitochondrial haplogroup A that expanded in northeastern and eastern Asia during the Late Pleistocene. Given the parent age estimate for A1 (~22 kya), A1A most plausibly arose in the post‑Last Glacial Maximum (LGM) period (roughly the Late Pleistocene to Early Holocene, ~15 kya). Its origin is best placed in coastal and adjacent interior zones of northeastern Asia (the Russian Far East, northern Japan, and adjacent Siberian riverine/coastal environments), where mtDNA lineages related to A1 show continuity in both modern populations and a small number of ancient DNA samples.

Population genetic patterns indicate that A1A represents a regional diversification of the A1 maternal pool after climatic amelioration, with expansions tied to localized hunter‑gatherer and early coastal forager populations rather than broad continent‑wide dispersals.

Subclades (if applicable)

A1A is a defined subclade within A1 and may contain further downstream branches identifiable by whole mitogenome sequencing. At present, named downstream subclades of A1A are limited in the literature and many observed variants are private or regionally restricted. High‑resolution sequencing often reveals local substructure (private mutations or small clades) within populations in northern Japan, the Russian Far East, and some Siberian groups, consistent with microevolutionary diversification following founder events and regional isolation.

Geographical Distribution

The modern distribution of A1A is concentrated in northeastern East Asia and southern Siberia, with highest frequencies in coastal and subarctic populations that include Ainu/Jomon‑descended groups and several indigenous Siberian communities. Lower-frequency occurrences are reported in broader Northeast Asian populations (northern Han, Koreans, Mongolians) and sporadically in some Central Asian groups, likely reflecting later gene flow or low-frequency drift. Ancient DNA finds attributed to A1A or closely related A1 lineages are few but support a history of local persistence in the Russian Far East and parts of northern Japan from the late Pleistocene into the Holocene.

Historical and Cultural Significance

Because A1A appears most often in populations associated with coastal and subarctic hunter‑gatherer lifeways, it is informative about post‑glacial recolonization routes, coastal resource adaptations, and long‑term maternal continuity in northeastern Asia. Its presence among Ainu and some Jomon‑descended Japanese reflects maternal continuity or admixture events between Paleolithic/Early Holocene coastal peoples and later groups. In Siberia and the Russian Far East, A1A contributes to the mitochondrial landscape that underpins archaeological cultures characterized by maritime and riverine subsistence strategies (for example, Jomon/prehistoric coastal complexes and later Okhotsk‑related occupations).

Conclusion

mtDNA haplogroup A1A is best understood as a regional derivative of A1 that arose after the LGM in northeastern/East Asia and has been maintained at varying frequencies among northern East Asian and Siberian populations. It highlights local maternal line continuity in coastal and subarctic environments and serves as a marker for studying microevolutionary processes, ancient demography, and the maternal components of populations such as the Ainu, Jomon descendants, and several indigenous Siberian groups. Additional full mitogenome sampling and ancient DNA recovery will continue to clarify its internal structure and precise temporal-geographic dynamics.

Pontos- Chave

  • Origins and Evolution
  • Subclades (if applicable)
  • Geographical Distribution
  • Historical and Cultural Significance
  • Conclusion
Perfil de Referência

Árvore e relações

Contexto filogenético e subclasse

Trajectória evolutiva

Sigue las ramas superiores registradas hasta A1A. Las fechas son estimaciones y pueden cambiar al revisarse los datos de referencia.

Passos Haplogrupo Antiguidade estimada Época arqueológica Tempo decorrido Subclasses imediatas Portadores modernos analisados Referências antigas
1 A1A Actual ~15,000 years ago Mesolithic 15,000 years 0 1 5
2 A1 ~15,000 years ago Mesolithic 15,000 years 1 4 0
3 AA1 - - - 14 942 0
4 AA - - - 4 947 0
5 A ~30,000 years ago Paleolithic 30,000 years 4 997 192
6 N ~60,000 years ago Paleolithic 60,000 years 16 26,150 13
7 L3 ~70,000 years ago Paleolithic 70,000 years 7 30,162 6
8 L3'4 - - - 2 30,212 0
9 L3'4'6 - - - 2 30,216 0
10 L2'3'4'6 - - - 2 31,333 0
11 L2'3'4'5'6'7 - - - 2 31,349 0
12 L1'2'3'4'5'6'7 - - - 2 31,852 0
13 L ~160,000 years ago Paleolithic 160,000 years 2 32,236 5

Subclados (0)

Rama terminal: não há subclasses registrados

Perfil de Referência

No mundo

Distribuição geográfica e presença moderna

Origem registada

Northeast / East Asia

Distribuição moderna

The populations where mtDNA haplogroup A1A is found include:

  1. Indigenous Siberian groups (e.g., Evenks, Yakuts, Chukchi)
  2. Northeast Asian populations (northern Han Chinese, Koreans, Mongolians)
  3. Ainu and some Jomon-descended Japanese populations
  4. Indigenous populations of the Russian Far East (e.g., Nivkh, Ulchi)
  5. Selected Central Asian and Turkic-speaking groups at low frequencies
Contexto Histórico

Uma ramificação através do tempo

Formação estimada em uma cronologia histórica ampla. Os marcadores temporais contribuem contexto e não implicam relação com culturas concretas.

  1. ~20k años de antigüedad

    Último máximo glacial

    Máxima extensão da última glaciação e isolamento de populações

  2. ~15k años de antigüedad

    Haplogrupo A1A

    Formação estimada deste ramo mtDNA; as datas e localizações são estimativas de referência.

    Este ramo
  3. ~10k años de antigüedad

    Revolução neolítica

    Início da agricultura e formação de comunidades sedentárias

  4. ~5k años de antigüedad

    Idade do Bronze

    Metalurgia, escrita e primeiras civilizações

  5. ~3k años de antigüedad

    Idade do Ferro

    Ferramentas de ferro e ampliação de redes comerciais

  6. ~2.5k años de antigüedad

    Antiguidades clássicas

    Desenvolvimento das civilizações grega e romana

  7. Actualidad

    Actualidad

    Idade moderna

Perfil de Referência

Contexto arqueológico

Asociaciones arqueológicas registradas para la rama mtDNA A1A

Associações registradas

Esses rótulos descrevem os contextos arqueológicos registrados para as amostras de referência vinculadas a A1A. Uma associação não demonstra que todos os portadores pertenceram a uma cultura ou seguiram uma rota migratória específica.

Avar Georgievsky Culture Hunnic Period Kitoi Kuenga Culture Lokomotiv Culture Ob River Culture Russia_AltaiKrai_N Russia_Novosibirsk_N-1 Ukraine_GoldenHorde_LateMedieval
As atribuições culturais baseiam-se no contexto arqueológico das amostras de DNA antigo e podem representar associações regionais de períodos concretos.
Perfil de Referência

Catálogo de amostras

5 portadores directos del haplogrupo A1A

5 mostradas 5 amostras correspondentes

Os retratos são ilustrações geradas com IA. As etiquetas de amostra e os identificadores de acesso identificam os registros de referência.

Retrato Mostrar País Época Data Cultura mtDNA Corresponder
Retrato ilustrativo de Nomadic Steppe Cultures individual, Georgievsky Bugor, Kazakhstan (131-318 CE) gerado com IA
Identificador de amostra: I11540
Kazakhstan Late Iron Georgievsky 131 CE - 318 CE Georgievsky Culture A1a Direct
Retrato ilustrativo de Steppe Lba individual, Georgievsky Bugor, Kazakhstan (131-318 CE) gerado com IA
Identificador de amostra: I11540
Kazakhstan Late Bronze Age Steppe 131 CE - 318 CE A1a Direct
Retrato ilustrativo de Nomadic Steppe Cultures individual, Tian Shan. Central Steppe, Kyrgyzstan (236-531 CE) gerado com IA
Identificador de amostra: DA80
Kyrgyzstan The Hun Period in Kyrgyzstan 236 CE - 531 CE Hunnic Period A1a Direct
Retrato ilustrativo de Hun individual, Tian Shan. Central Steppe, Kyrgyzstan (236-531 CE) gerado com IA
Identificador de amostra: DA80
Kyrgyzstan The Huns 236 CE - 531 CE A1a Direct
Retrato ilustrativo de Avar individual, Rákóczifalva-Bagi-földek (Jász-Nagykun-Szolnok Coiunty, Szolnok), Hungary (580-804 CE) gerado com IA
Identificador de amostra: RKO004
Hungary Hungary Avar 550-850 CE Avar A1a Direct
MATERNAL LINHAGEM · DNA ANTIGO

Mapa de testes de linhagems antigos

Siga os clados superiores até este ramo e explora onde se encontraram portadores antigos.

A carregar as observações antigas...

Os marcadores são locais de achados arqueológicos. Uma linha de descontínua representa uma transição geográfica proposta e incerta entre ramos consecutivos, apoiada em várias observações fechadas; não é uma rota de viagem exata, um local de nascimento ou um teste de descendência direta. As amostras do clado parental podem pertencer a outros ramos descendentes. As datas das amostras são distintas das datas de formação dos haplogrupos são mantidas.

Perfil de Referência

Mapa de distribuição de portadores

Distribuição geográfica das amostras de DNA antigo (5), portadores directos ou de subclasses de A1A

Portador directo
Filtro de Período Temporária
Todos os períodos
Mostrar todas as amostras
Perfil de Referência

Distribuição temporária

Distribuição de portadores por períodos arqueológicos

Perfil de Referência

Distribuição geográfica

Recuentos por país registrado das amostras. Reflejam a seleção de referência disponível, não frequências de população.

Perfil de Referência

Distribuição por país e época

Compare as contagens de amostras registadas por países e períodos arqueológicos. Selecione uma célula com dados para examinar uma amostra.

Dados

Dados e proveniência

Informações sobre fontes e qualidade dos dados

Última actualização 2026-02-16
Pontuação de confiança 50/100
Cobertura Low

Fonte de Dados

A classificação, as datas estimadas e o contexto geográfico refletem os dados de referência registrados e podem mudar ao revisar os testes. A cobertura de amostras é desigual; os locais registrados e as associações arqueológicas não estabelecem a origem pessoal nem a identidade cultural.