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mtDNA · Materno linaje

U1A2

mtDNA Haplogroup U1A2

Um perfil de referência de um ramo de linhagem. Compartilhar haplogrupos não demonstra uma relação familiar ou uma identidade cultural.

Perfil de Referência

Contexto do ramo

Contexto histórico de la rama de linaje mtDNA U1A2

Origins and Evolution

mtDNA haplogroup U1A2 is a subclade of U1A, itself a branch of haplogroup U1. U1A likely formed after the Last Glacial Maximum in the Near East/Caucasus (estimated ~17 kya for U1A), and U1A2 represents a later divergence within that lineage during the early Holocene (plausibly around ~11 kya). The timing and geographic position place U1A2 among maternal lineages that emerged as human populations re-expanded and restructured in West Asia after the Ice Age and during the Neolithic transition.

Phylogenetically, U1A2 inherits the deeper U1A mutations and is defined by additional control-region or coding-region variants (specific diagnostic mutations depend on the full mitogenome resolution). Like many West Asian mtDNA subclades, U1A2 is relatively rare and geographically concentrated, consistent with a pattern of localized expansions and limited but detectable dispersal events.

Subclades

U1A2 may itself contain downstream branches detected at low frequencies in population surveys and occasionally in full mitogenome sequencing. Because U1A and its subclades are not as extensively diversified or as common as major Eurasian haplogroups (e.g., H, J, T), subclade structure for U1A2 is relatively shallow and often only resolvable with complete mitochondrial genomes. Continued mitogenome sampling in West Asia, the Caucasus and South Asia may reveal additional internal diversity and permit finer dating of subclade splits.

Geographical Distribution

U1A2 shows a distribution concentrated in the Near East and the Caucasus, with occurrences at lower frequencies in adjacent regions. Modern surveys and regional mitogenome studies place U1A2 (and closely related U1A lineages) among the maternal lineages of:

  • Iran, Anatolia (Turkey) and the Levant
  • Caucasus groups such as Armenians and Georgians
  • Northwestern South Asia (parts of Pakistan and India) at low-to-moderate frequencies
  • Sporadic occurrences in North Africa and southern/eastern Europe, usually at low frequency and often attributable to historic or prehistoric gene flow

Ancient DNA evidence for U1A2 is currently limited but consistent with a West Asian Holocene presence; as a lineage tied to U1A, it fits patterns of post-LGM continuity seen in archaeological contexts across West Asia.

Historical and Cultural Significance

U1A2's temporal and geographic placement suggests it was part of the maternal substrate of populations involved in the Neolithic transition and subsequent Bronze Age developments in West Asia and the Caucasus. It may have been present among early farming or mixed hunter–gatherer–farmer communities in Anatolia and the Transcaucasus and could have accompanied regional demographic continuity and localized expansions rather than large continent-spanning replacements.

Its low frequency outside West Asia indicates limited large-scale dispersal, but detectable presence in South Asia and parts of North Africa and southern Europe points to secondary movements: overland contacts, trade networks, small-scale migrations, or assimilation into expanding cultural groups (e.g., Chalcolithic–Bronze Age interregional contacts). In some modern population studies, U1A-lineages, including U1A2, are also observed sporadically in Jewish communities and diasporas reflecting historical mobility.

Conclusion

U1A2 is a regional West Asian maternal lineage that reflects post-glacial continuity and early Holocene diversification in the Near East and Caucasus. Its restricted but persistent geographic footprint and occasional presence in neighboring regions make it informative for studies of West Asian population history, local Neolithic and Bronze Age demography, and tracing maternal ties between the Caucasus, the Near East and parts of South Asia. Greater mitogenome sampling and ancient DNA discoveries will refine its internal structure and historical trajectories.

Pontos- Chave

  • Origins and Evolution
  • Subclades
  • Geographical Distribution
  • Historical and Cultural Significance
  • Conclusion
Perfil de Referência

Árvore e relações

Contexto filogenético e subclasse

Trajectória evolutiva

Sigue las ramas superiores registradas hasta U1A2. Las fechas son estimaciones y pueden cambiar al revisarse los datos de referencia.

Passos Haplogrupo Antiguidade estimada Época arqueológica Tempo decorrido Subclasses imediatas Portadores modernos analisados Referências antigas
1 U1A2 Actual ~11,000 years ago Neolithic 11,000 years 0 8 0
2 U1A ~17,000 years ago Mesolithic 17,000 years 4 78 29
3 U1 ~28,000 years ago Paleolithic 28,000 years 3 106 0
4 U ~46,000 years ago Paleolithic 46,000 years 5 5,557 110
5 R ~55,000 years ago Paleolithic 55,000 years 17 22,830 57
6 NA - - - 1 22,830 0
7 N ~60,000 years ago Paleolithic 60,000 years 16 26,150 13
8 L3 ~70,000 years ago Paleolithic 70,000 years 7 30,162 6
9 L3'4 - - - 2 30,212 0
10 L3'4'6 - - - 2 30,216 0
11 L2'3'4'6 - - - 2 31,333 0
12 L2'3'4'5'6'7 - - - 2 31,349 0
13 L1'2'3'4'5'6'7 - - - 2 31,852 0
14 L ~160,000 years ago Paleolithic 160,000 years 2 32,236 5

Subclados (0)

Rama terminal: não há subclasses registrados

Ramas hermanas (3)

Outros ramos do mesmo haplogrupo superior

Perfil de Referência

No mundo

Distribuição geográfica e presença moderna

Origem registada

Near East / Caucasus

Distribuição moderna

The populations where mtDNA haplogroup U1A2 is found include:

  1. Populations of the Near East (e.g., Iran, Levant, Turkey)
  2. Caucasus populations (e.g., Armenians, Georgians, neighboring groups)
  3. South Asian populations (northwestern India and Pakistan, at low-to-moderate frequencies)
  4. North African groups (sporadic presence, including some Berber or Maghrebi samples)
  5. Southern and Eastern European populations (low-frequency occurrences reflecting westward gene flow)
  6. Jewish and diaspora communities (sporadic presence in community studies)
  7. Small or localized West Asian groups showing regional continuity in Holocene contexts
Contexto Histórico

Uma ramificação através do tempo

Formação estimada em uma cronologia histórica ampla. Os marcadores temporais contribuem contexto e não implicam relação com culturas concretas.

  1. ~11k años de antigüedad

    Haplogrupo U1A2

    Formação estimada deste ramo mtDNA; as datas e localizações são estimativas de referência.

    Este ramo
  2. ~10k años de antigüedad

    Revolução neolítica

    Início da agricultura e formação de comunidades sedentárias

  3. ~5k años de antigüedad

    Idade do Bronze

    Metalurgia, escrita e primeiras civilizações

  4. ~3k años de antigüedad

    Idade do Ferro

    Ferramentas de ferro e ampliação de redes comerciais

  5. ~2.5k años de antigüedad

    Antiguidades clássicas

    Desenvolvimento das civilizações grega e romana

  6. Actualidad

    Actualidad

    Idade moderna

Perfil de Referência

Contexto arqueológico

Asociaciones arqueológicas registradas para la rama mtDNA U1A2

Associações registradas

Esses rótulos descrevem os contextos arqueológicos registrados para as amostras de referência vinculadas a U1A2. Uma associação não demonstra que todos os portadores pertenceram a uma cultura ou seguiram uma rota migratória específica.

Assyrian Trading Colony Early Sarmatian Georgia_Arukhlo2_N_Caucasus Hajji Firuz Iraqi PPN Katelai Culture Late Bronze Jordan Persian Period Lebanon Saka Culture Sapalli
As atribuições culturais baseiam-se no contexto arqueológico das amostras de DNA antigo e podem representar associações regionais de períodos concretos.
Perfil de Referência

Catálogo de amostras

2 portadores directos del haplogrupo U1A2

2 mostradas 2 amostras correspondentes

Os retratos são ilustrações geradas com IA. As etiquetas de amostra e os identificadores de acesso identificam os registros de referência.

Retrato Mostrar País Época Data Cultura mtDNA Corresponder
Retrato ilustrativo de BA individual, Sappali Tepe, Uzbekistan (1,935-1,751 BCE) gerado com IA
Identificador de amostra: I4289
Uzbekistan Bronze Age Sapalli Tepe 1935-1751 calBCE (3525±25 BP, PSUAMS-2125) Sapalli U1a2 Direct
Retrato ilustrativo de BA individual, Sappali Tepe, Uzbekistan (1,949-1,774 BCE) gerado com IA
Identificador de amostra: I7416
Uzbekistan Bronze Age Sapalli Tepe 1949-1774 calBCE (3545±20 BP, PSUAMS-3117) Sapalli U1a2 Direct
MATERNAL LINHAGEM · DNA ANTIGO

Mapa de testes de linhagems antigos

Siga os clados superiores até este ramo e explora onde se encontraram portadores antigos.

A carregar as observações antigas...

Os marcadores são locais de achados arqueológicos. Uma linha de descontínua representa uma transição geográfica proposta e incerta entre ramos consecutivos, apoiada em várias observações fechadas; não é uma rota de viagem exata, um local de nascimento ou um teste de descendência direta. As amostras do clado parental podem pertencer a outros ramos descendentes. As datas das amostras são distintas das datas de formação dos haplogrupos são mantidas.

Perfil de Referência

Mapa de distribuição de portadores

Distribuição geográfica das amostras de DNA antigo (2), portadores directos ou de subclasses de U1A2

Portador directo
Filtro de Período Temporária
Todos os períodos
Mostrar todas as amostras
Perfil de Referência

Distribuição temporária

Distribuição de portadores por períodos arqueológicos

Perfil de Referência

Distribuição geográfica

Recuentos por país registrado das amostras. Reflejam a seleção de referência disponível, não frequências de população.

Perfil de Referência

Distribuição por país e época

Compare as contagens de amostras registadas por países e períodos arqueológicos. Selecione uma célula com dados para examinar uma amostra.

Dados

Dados e proveniência

Informações sobre fontes e qualidade dos dados

Última actualização 2026-02-16
Pontuação de confiança 50/100
Cobertura Low

Fonte de Dados

A classificação, as datas estimadas e o contexto geográfico refletem os dados de referência registrados e podem mudar ao revisar os testes. A cobertura de amostras é desigual; os locais registrados e as associações arqueológicas não estabelecem a origem pessoal nem a identidade cultural.