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Y-DNA · Paterno linaje

R1A1A1B1A3A1A2

Y-DNA Haplogroup R1A1A1B1A3A1A2

Um perfil de referência de um ramo de linhagem. Compartilhar haplogrupos não demonstra uma relação familiar ou uma identidade cultural.

Perfil de Referência

Contexto do ramo

Contexto histórico de la rama de linaje Y-DNA R1A1A1B1A3A1A2

Origins and Evolution

Y-DNA haplogroup R1A1A1B1A3A1A2 is a downstream branch of the major R1a paternal lineage, one of the most important Y-chromosome lineages in Eurasian population history. Because it is a relatively specific subclade, its origin is best understood as part of the broader expansion and fragmentation of R1a lineages associated with prehistoric steppe populations and later regional founder effects in Eastern Europe, the Eurasian steppe, and adjacent regions.

At this depth in the phylogenetic tree, the lineage likely emerged during the Late Bronze Age to early Iron Age or slightly later, when already widespread R1a-bearing populations underwent additional regional differentiation. Its presence in multiple modern populations suggests repeated demographic expansion, drift, and local founder events rather than a single exclusive origin in one archaeological culture.

Subclades

As an intermediate-to-terminal branch, R1A1A1B1A3A1A2 sits below a chain of progressively derived R1a subclades. In general, its downstream relatives may be concentrated in specific regional populations due to historical bottlenecks or clan-level expansions. Because fine-scale subclade data can be unevenly sampled, the exact internal branching structure may continue to be refined as more Y-chromosome sequencing becomes available.

Geographical Distribution

This haplogroup is expected to be found at its highest frequencies in Eastern Europe, especially among populations with substantial R1a ancestry such as Poles, Ukrainians, Belarusians, Russians, Lithuanians, and Latvians. It is also present in Scandinavian populations, particularly Swedes and Norwegians, consistent with broader northern European R1a variation.

Beyond Europe, related lineages under the same broader R1a umbrella are found across Central Asia and South Asia, including Kazakhs, Kyrgyz, and some Indo-Aryan-speaking populations. Lower-frequency occurrences in Iranian-speaking groups, Siberian populations, and some Uralic-speaking communities are also consistent with historical gene flow across the steppe corridor.

Historical and Cultural Significance

The broader R1a phylogeny is often associated with the demographic history of Bronze Age steppe expansions, including movements connected to the Corded Ware horizon, later Sintashta/Andronovo-related populations, and subsequent dispersals into Central and South Asia. For this specific subclade, however, the strongest inference is not direct assignment to one ancient archaeological culture, but rather descent from populations shaped by those larger prehistoric processes.

In Eastern Europe, this lineage may have expanded through Slavic- and Baltic-associated demographic histories, while in Central and South Asia related R1a branches reflect the long-term legacy of steppe migrations and founder effects. In Scandinavia, its presence is compatible with prehistoric and early historic contacts across northern Europe.

Conclusion

R1A1A1B1A3A1A2 is a geographically widespread but phylogenetically specific R1a subclade that likely arose in the aftermath of major steppe-associated expansions. Its modern distribution reflects a combination of ancient Eurasian mobility, regional isolation, and later population growth in Eastern Europe, the steppe belt, and parts of South Asia.

Pontos- Chave

  • Origins and Evolution
  • Subclades
  • Geographical Distribution
  • Historical and Cultural Significance
  • Conclusion
Perfil de Referência

Árvore e relações

Contexto filogenético e subclasse

Trajectória evolutiva

Sigue las ramas superiores registradas hasta R1A1A1B1A3A1A2. Las fechas son estimaciones y pueden cambiar al revisarse los datos de referencia.

Passos Haplogrupo Antiguidade estimada Época arqueológica Tempo decorrido Subclasses imediatas Portadores modernos analisados Referências antigas
1 R1A1A1B1A3A1A2 Actual ~3,000 years ago Iron Age 3,000 years 1 0 0
2 R1A1A1B1A3A1A ~3,000 years ago Iron Age 3,000 years 4 0 0
3 R1A1A1B1A3A1 ~3,000 years ago Iron Age 3,000 years 2 21 0
4 R1A1A1B1A3A ~3,000 years ago Iron Age 3,000 years 3 32 18
5 R1A1A1B1A3 ~3,000 years ago Iron Age 3,000 years 2 45 0
6 R1A1A1B1A ~3,000 years ago Iron Age 3,000 years 3 808 5
7 R1A1A1B1 ~4,000 years ago Bronze Age 3,500 years 1 852 0
8 R1A1A1B ~4,000 years ago Bronze Age 4,000 years 2 1,567 7
9 R1A1A1 ~4,000 years ago Bronze Age 4,500 years 2 1,974 0
10 R1A1A ~5,000 years ago Bronze Age 5,000 years 1 2,016 27
11 R1A1 ~5,000 years ago Bronze Age 5,000 years 2 2,052 0
12 R1a ~22,000 years ago Mesolithic 22,000 years 2 2,176 37

Ramas hermanas (3)

Outros ramos do mesmo haplogrupo superior

Perfil de Referência

No mundo

Distribuição geográfica e presença moderna

Origem registada

Eastern Europe or Eurasian Steppe

Distribuição moderna

The populations where Y-DNA haplogroup R1A1A1B1A3A1A2 is found include:

  1. Poles, Ukrainians, Belarusians, and Russians
  2. Lithuanians and Latvians
  3. Scandinavians, especially Swedes and Norwegians
  4. Kazakhs, Kyrgyz, and other Central Asian populations
  5. Many Indo-Aryan-speaking populations in South Asia
  6. Some Iranian-speaking groups and other West Eurasian populations
  7. Selected Siberian and Uralic-speaking populations

Presença regional

Eastern Europe High
Central Europe High
Baltic Moderate
Northern Europe (Scandinavia) Low
Central Asia Low
South Asia Low
West Asia Low
North Asia Low
Contexto Histórico

Uma ramificação através do tempo

Formação estimada em uma cronologia histórica ampla. Os marcadores temporais contribuem contexto e não implicam relação com culturas concretas.

  1. ~10k años de antigüedad

    Revolução neolítica

    Início da agricultura e formação de comunidades sedentárias

  2. ~5k años de antigüedad

    Idade do Bronze

    Metalurgia, escrita e primeiras civilizações

  3. ~3k años de antigüedad

    Idade do Ferro

    Ferramentas de ferro e ampliação de redes comerciais

  4. ~3k años de antigüedad

    Haplogrupo R1A1A1B1A3A1A2

    Formação estimada deste ramo Y-DNA; as datas e localizações são estimativas de referência.

    Este ramo
  5. ~2.5k años de antigüedad

    Antiguidades clássicas

    Desenvolvimento das civilizações grega e romana

  6. Actualidad

    Actualidad

    Idade moderna

Perfil de Referência

Contexto arqueológico

Asociaciones arqueológicas registradas para la rama Y-DNA R1A1A1B1A3A1A2

Associações registradas

Esses rótulos descrevem os contextos arqueológicos registrados para as amostras de referência vinculadas a R1A1A1B1A3A1A2. Uma associação não demonstra que todos os portadores pertenceram a uma cultura ou seguiram uma rota migratória específica.

1984 Faroese Norse Norse Greenland Norse Pagan Norway_Skongeneshelleren_IA Norway_Skongeneshelleren_Roman Norway_TomeideNesnaM_Roman Viking Zealand Saxon
As atribuições culturais baseiam-se no contexto arqueológico das amostras de DNA antigo e podem representar associações regionais de períodos concretos.
PATERNAL LINHAGEM · DNA ANTIGO

Mapa de testes de linhagems antigos

Siga os clados superiores até este ramo e explora onde se encontraram portadores antigos.

A carregar as observações antigas...

Os marcadores são locais de achados arqueológicos. Uma linha de descontínua representa uma transição geográfica proposta e incerta entre ramos consecutivos, apoiada em várias observações fechadas; não é uma rota de viagem exata, um local de nascimento ou um teste de descendência direta. As amostras do clado parental podem pertencer a outros ramos descendentes. As datas das amostras são distintas das datas de formação dos haplogrupos são mantidas.

Dados

Dados e proveniência

Informações sobre fontes e qualidade dos dados

Última actualização 2026-06-17
Pontuação de confiança 50/100
Cobertura Low

Fonte de Dados

A classificação, as datas estimadas e o contexto geográfico refletem os dados de referência registrados e podem mudar ao revisar os testes. A cobertura de amostras é desigual; os locais registrados e as associações arqueológicas não estabelecem a origem pessoal nem a identidade cultural.